quarta-feira, 15 de julho de 2009

Limites.

O ser humano é uma caixa de surpresas... E de enigmas (!).
Muitas vezes agradáveis, outras, a descoberta é de que se pode encontrar com o pior de você mesmo, e se quiser, ser imposto por situações que fogem ao seu controle.
Os limites fazem com que, inconscientemente, nos encontremos com várias surpresas de atitudes. Várias idas e vindas, vários debates internos, batalhas e pensamentos constantes, ou, dependendo da situação, inconstantes demais.
Pode-se suportar situações intoleráveis por muito tempo, e não se dar conta, por que estavam ocupados demais.
Pode-se negligenciar sentimentos obscuros e situações desagradáveis, pelo simples fato de lembranças e momentos importantes estarem presentes.
Pode-se não se dar conta... Que a situação é apenas por acomodação, medo do tudo ou nada, ou até a superficialidade existir nas entrelinhas.
Carência pode ser um fator importante para o aumento dos limites (super) ser humano.
Entre tantas outras determinações importantes, seja qual for o motivo (ou desculpa), que o esteja prendendo... Você se dará conta que chegará um momento no qual tudo se faz necessário acontecer.
(...)
E, em algum momento, o ser humano o alcança. Alcança esse posto louvável, que pode caracterizar o ponto chave para uma vida melhor, para sacudir o que precisa sair do lugar, para a decisão de atitudes importantes para escolhas futuras, ou eminentes.
Não importa em qual situação você chegue, ou queira chegar, ou que se permita viver...
Você vai ter o encontro com seus limites, insuperáveis, que não querem de você mais novas tentativas, e sim... Novas atitudes.
Você vai querer mudanças, novos comportamentos, vai enxergar mais claramente... O medo do sofrimento vai querer ir embora, por se dar conta que estará lidando com sentimentos de maior presença: coragem, ousadia, obstinação.

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